Conto I Fábula do tempo
Posted by
Posted in

Conto I Fábula do tempo

2º Fábula do Tempo A infância colorida de cinza, sem regalias ou eufemismos. Esta é a fábrica e os que a habitam, nós. Desde meu nascimento os outros se asseguraram em preencher os momentos de quietude com os mitos assombrosos dos humanos. Segundo eles, quando você deixar de representar algum valor, seu destino tende entre manchar-se com fezes […]

Conto I Alternativa
Posted by
Posted in

Conto I Alternativa

1º  ALTERNATIVA  Ao longo dos anos, as palavras são carregadas pelo vento. Pois, pouquíssimas dispõem da verdade como base. Sou o contexto delas. É a mim que se referem os humanos em suas teses e obras artísticas. Somos todos famigerados; Destino, Caixinha de música e até mesmo o Balanço! Porém, onde está a nossa união? […]

Conto I Conectados
Posted by
Posted in

Conto I Conectados

Conectados    Refiro-me aos seres que enxergam, mas não veem um milímetro em sua frente. Asconcepções deles sobre o que lhes cercam não são plausíveis, muitas das vezes. Cerca de três ou quatro concepções dão-me fôlego, diminuindo o percurso pelas trilhas em que os conduzo. Ou seja, eles é que não são favoráveis comigo, Tempo.Recebi objetivos […]

Posted by
Posted in

Senhoras e senhores..   Eu, a manivela, a Bailarina e a melodia éramos invejadas pelo ansioso público. Cada um auxiliava no esplendor da Bailarina nas vitrines, onde sua graça era exibida aos catarinenses. Hoje, a equipe encontra-se reduzida ao esquecimento. O tempo correu e nós ficamos para trás. O envelhecimento chegou e fez sua morada. Meu corpo constitui-se de […]

ContoI P R O G R E S S O
Posted by
Posted in

ContoI P R O G R E S S O

P R O G R E S S O    O plural me fascina. Não há insistência nele para que o três encaixe-se em seis. Ele engloba um turbilhão respeitando as plausíveis extravagâncias de cada átomo. Isto me inspira em nosso atual projeto, que de muito se correlaciona com nosso trabalho. Não somos remunerados ou […]

Conto I Desanuviando o fosco
Posted by
Posted in

Conto I Desanuviando o fosco

Desanuviando o fosco:  Sou artista. Sinto as consequências das minhas criações. Não há um instante em que não sinto a bela complexidade do universo e as contrariedades dos humanos. A arte que há em mim não é efêmera- o próprio tempo não é capaz de me apagar. Antes da existência dele, eu já estava. O […]

Conto I Será mesmo?
Posted by
Posted in

Conto I Será mesmo?

Será mesmo?    Interligo o passado de sonhos ao presente repleto de saldos negativos. A criança que ansiava iniciar um voo a partir de mim trocou-me quando adulto pelo místico do dinheiro. As asas se transformaram junto com a ganância, creio eu.   Nunca utilizei a força física para atraí-los. A minha força está na fragilidade. […]

Conto I O começo de mim
Posted by
Posted in

Conto I O começo de mim

O começo de mim   Carrego o peso das estrelas em meu olhar. As abandonei por inúmeras noites, trocando-as pela companhia do silêncio. Porém, hoje elas me traíram, arrastando-me para este lugar. Aqui, sou turista do mundo.    O vento arrumou o cabelo fixado com spray, tornando-o sua obra prima. O balanço me convidou a regressar […]

Conto I  A sua marca em mim
Posted by
Posted in

Conto I A sua marca em mim

 A SUA MARCA EM MIM:     Contava à você as peripécias dos vilões, as ‘libertinagens’ dos heróis e as mortes daqueles que precisavam partir. Cada cena era narrada com a entonação apropriada. Balancei inúmeras vezes os seus sentimentos: Você ria de mim e ficava brava. Porém, mesmo me abandonando por horas na sua prateleira […]

Rima I Consente?
Posted by
Posted in

Rima I Consente?

Consente?  Ângulos, proporções… Com três quartos de tristeza  destilado em preocupações  terei eu boniteza?               – I O corpo  é a matearciência:  Asas que adornam o pescoço,  curvas aritméticas          -X Sorrio.  Não consente?  Pois sou um rio,  uma opulência presente.  Aviso: Deixe a prisão ausente, […]